Lubrificantes NSF H1 e NSF 3H: máxima segurança alimentar

Publicado por Luiz Henrique Ferreira em 13 de março de 2020
Imagem verde com um tambor cogelsa escrito Lubrificantes NSF H1 e NSF 3H: máxima segurança alimentar

Você já parou para pensar que os lubrificantes de grau alimentício podem virar aditivos alimentares? Sim, apesar de soar estranho, isso é uma verdade. Mas, como um óleo ou uma graxa pode ser tornar um aditivo alimentar? Lubrificantes NSF H1 e NSF 3H: máxima segurança alimentar!

Lubrificação excessiva, quebras, vazamentos, lubrificante mal indicado/dimensionado, entre outras ocorrências, podem colocar a graxa ou o óleo em contato direto com o alimento.

A indústria de alimentos e bebidas vem demandando alta produtividade frente aos custos com troca de elementos mecânicos, paradas para manutenção e outros desafios em suas linhas de produção. Neste “acelerar”, mora um perigo muito grande: gerenciamento e controle adequados da segurança alimentar nos processos industriais, principalmente no que se refere à manutenção.

“Mas aqui na empresa utilizamos lubrificantes de grau alimentício nos pontos críticos”, dirão muitos colegas de manutenção.

No entanto, precisamos considerar alguns tópicos:

  1. Como foram definidos os pontos críticos de lubrificação?
  2. A rota de lubrificação foi planejada corretamente, a fim de diminuir erros de aplicação?
  3. Você utiliza ferramentas adicionais, como Sistema de Identificação Pictográfica, para aumentar a segurança no processo de lubrificação?
  4. Qual é o estado de conservação e limpeza de suas ferramentas de lubrificação e sala de armazenamento de lubrificantes?
  5. Suas embalagens de lubrificantes de grau alimentício são as melhores opções para o seu uso e demanda?
  6. A equipe de lubrificação ou o lubrificador recebe treinamentos frequentes sobre as corretas metodologias de lubrificação e controle?
  7. Todos os lubrificantes classificados como “grau alimentício” em utilização possuem a certificação NSF H1?
  8. Até que ponto um lubrificante NSF H1 é realmente seguro?

Na Pizzani Lubrificantes, nossa equipe de especialistas técnicos que atua em diversas regiões do Brasil, está preparada para auxiliar a indústria em todas as dúvidas mencionadas acima, as quais consideramos de suma importância especialmente para o setor de alimentos e bebidas.

As auditorias de segurança no processo de lubrificação na indústria de alimentos e bebidas, que selecionam e implementam lubrificantes específicos de grau alimentício, juntamente com a definição de um programa de lubrificação adequado, são etapas proativas em direção à implementação de um processo seguro, eficiente e higiênico, além de impactar positivamente na lucratividade final.

Procurando soluções em lubrificação?

Os lubrificantes classificados como NSF H1, popularmente conhecidos como aqueles de grau alimentício, em linhas gerais, são potencialmente seguros quando a exposição ao produto não é maior que 10 ppm, ou seja 0,001%. Este limite nos permite afirmar que uma contaminação, por exemplo, de 11g de um lubrificante de grau alimentício NSF H1 em 1 tonelada de alimentos/bebida, inviabiliza todo o lote produzido, por caracterizar uma contaminação acima de 10 ppm. Fica evidente o cuidado que precisamos implementar nos processos de lubrificação neste segmento.

No entanto, existem aplicações dentro da indústria de alimentos que expõem o produto (alimentos e bebidas) a riscos de contaminação superiores a 10 ppm, como é o caso da indústria frigorífica de aves, com os equipamentos denominados evisceradoras, responsáveis pela retirada das vísceras das aves. Normalmente, nestes equipamentos ocorre a lubrificação das hastes com óleo de grau alimentício (NSF H1) ou com graxa de qualidade alimentar (NSF H1).

evisceradora

A lubrificação com graxa é, no geral, comprometida pelo acúmulo de resíduos, devido ao movimento contínuo e à contaminação com a gordura animal e água.

A utilização de óleo é mais comumente observada em viscosidades que variam de 46 a 220 cSt. Os períodos de relubrificações variam de acordo com a produtividade e o porte do equipamento.

No entanto, a discussão que trazemos aqui é que a utilização de um óleo de grau alimentício NSF H1 para esta aplicação não elimina o risco de contaminação acima de 10 ppm, podendo comprometer a qualidade final da carne, ainda mais em um cenário de exigências e controles rigorosos no mercado internacional (exportações).

Uma das soluções viáveis para este caso é a utilização de um óleo de grau alimentício com certificação NSF 3H, certificação esta originalmente destinada aos agentes de desmolde na indústria de alimentos, mas também utilizada para lubrificantes específicos, que podem ter contato direto com o alimento, sem gerar contaminação ou alterar as características sensoriais do alimento. Trata-se de uma tendência para o mercado de lubrificantes de grau alimentício, visando, acima de tudo, segurança alimentar.

O óleo Farmol 55 (grau alimentício NSF 3H) da nossa parceira centenária internacional Cogelsa, é uma alternativa adequada para a lubrificação das hastes das evisceradoras, trazendo o equilíbrio entre adesividade, lubricidade e máxima segurança alimentar.

Formulado na viscosidade 68 cSt, ideal para a lubrificação das evisceradoras, também possui certificação Halal, necessária para as indústrias de alimentos que exportam para países árabes e para a comunidade islâmica.

Farmol 55 Cogelsa

Pelas suas características técnicas, Farmol 55 também pode ser utilizado na lubrificação das nórias, transportadores comuns nas indústrias frigoríficas de suínos e bovinos, eliminando o risco de contaminação das carcaças animais, por ser um produto NSF 3H. Com isso, em muitos casos em que as indústrias optam por não lubrificar as nórias, Farmol 55 é uma opção para aumentar a vida útil destes transportadores, com segurança alimentar adequada.

Agora você está por dentro! Lubrificantes NSF H1 e NSF 3H: máxima segurança alimentar!

Lubrificantes NSF H1 e NSF 3H: máxima segurança alimentar

Um pouco de nós: Pizzani Lubrificantes

A Pizzani Lubrificantes é uma empresa brasileira especializada em lubrificantes, que  conta com os principais parceiros internacionais do ramo. Entre eles, está a fabricante espanhola e centenária Cogelsa. Estamos sempre atualizados e acompanhamos os avanços da tecnologia em nosso mercado.

Atumos em todo país com um time de especialistas de diferentes formações, prontos para atendê-lo em suas necessidades específicas.

Quer discutir um pouco mais sobre lubrificantes de grau alimentício e aumentar a segurança alimentar em seu processo de manutenção? Deixe-nos um comentáiros

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